Laika – entrevista

Jovem não tem superego algum, não é mesmo? Na empolgação de escrever um fanzine, resolvi entrevistar uma das bandas que eu mais ouvia no momento. Entrei em contato com a vocalista, por e-mail, e ela foi muito simpática comigo. Segue a entrevista na íntegra. Hoje já entro em contato com assessoria de imprensa, demoro anos pra criar coragem de falar com o cara, morro de medo de fazer tudo errado. Quando era jovem, não. O resultado você vê aí embaixo.

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A GUERRA DE TRÓIA ou MULHER É F*** ou O ATAQUE DOS TOMATES ASSASSINOS

Escrever para fanzines tem a vantagem da liberdade total de vocabulário – um texto singelo pode ser desbocado à vontade, sem censura de nenhuma parte.

Editei este para colocar aqui, porque é bem gracioso. É uma espécie de teoria conspiratória sobre o início da Guerra de Tróia que, vejam, faz algum sentido.

 Foi originalmente publicado no Zine Off-topic, finado zine impresso e que trazia vários amigos que, hoje, escrevem profissionalmente por aí. Depois, levei para meu blog pessoal. Agora coloco aqui para vocês lerem.

 

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Nerds mandam bem

Esse também saiu no finado zine e na Mood. Estávamos eu e a Renata conversando, numa lista de discussão, sobre as maravilhas de se envolver com nerds. De uma sentada só, escrevi o texto – que tomou proporções inimagináveis: há relatos de que o texto circulou em forma de spam; virou comunidade do Orkut (bem, grande coisa, TUDO vira comunidade no Orkut hoje em dia); dei várias entrevistas para matérias sobre nerds, recebi trocentos e-mails de nerds de todo o país elogiando o texto e comentando sobre ter alguém que valorize a classe. Virei uma espécie de ‘musa’ nerd – e tenho pavor disso, por um simples motivo: nerds mandam bem, mas se eu gosto do cara, não importa que seja escritor, dentista, professor, percussionista, produtor de cinema (e se não gosto, pode ser a reencarnação de Leonardo da Vinci que não tou nem aí).

De qualquer forma, abaixo você pode conferir o texto. E, ah, sim: musa nerd é ela. Não tenho nada com isso. Apenas espalhei a palavra.

 

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Sob má influência

Este texto foi publicado na Mood e no meu finado zine, o Conga Conga Conga – e rendeu uma sólida amizade com os sujeitos-alvo da matéria; rendeu uma penca de programações visuais e fotografias; rendeu uma penca de abraços. Se esse texto não é lá dos melhores, posso dizer que serei eternamente grata a ele, assim, tosquinho mesmo. Leiam aí.

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