Sim, existiram informativos via e-mail em nome do Matanza e dos Autoramas. Era divertido escrever como se fosse o Jimmy, aquele ruivo gigantesco de voz grossa, e falar de caminhão, cerveja, mulher e rock’n'roll.
Existe um blog pessoal onde o que menos se sabe é minha vida pessoal. Existe uma coluna num site de dança de salão, colaborações no site Carioquíssimo, o slogan da festa mais hype da cidade e, periodicamente, frases de efeito (ok, muitas nem tanto) no Twitter.
Existiram, também, algumas revisões de dissertações e monografias e até livro – afinal, quem tem português correto tem mais é que usar o domínio da língua para o bem, certo?
Estou totalmente disponível para freelas. chama aí.