Jovem não tem superego algum, não é mesmo? Na empolgação de escrever um fanzine, resolvi entrevistar uma das bandas que eu mais ouvia no momento. Entrei em contato com a vocalista, por e-mail, e ela foi muito simpática comigo. Segue a entrevista na íntegra. Hoje já entro em contato com assessoria de imprensa, demoro anos pra criar coragem de falar com o cara, morro de medo de fazer tudo errado. Quando era jovem, não. O resultado você vê aí embaixo.
Dezembro 10, 2006
Starving Bluesmen Quartet
No blog antigo, cansei de publicar resenhas de shows e discos – mas essa, certamente, ficou das mais profissas – um adiantamento do que esta que vos escreve viria a fazer anos depois…
Eu quero gritar ‘gostoooosoooo!!’ pro David Lovering… e eu vou.
Pixies é uma de minhas bandas preferidas. Este texto também saiu no Zine Vanilli e tenta explicar o que faz uma banda tocar direto o coração de alguém.
A GUERRA DE TRÓIA ou MULHER É F*** ou O ATAQUE DOS TOMATES ASSASSINOS
Escrever para fanzines tem a vantagem da liberdade total de vocabulário – um texto singelo pode ser desbocado à vontade, sem censura de nenhuma parte.
Editei este para colocar aqui, porque é bem gracioso. É uma espécie de teoria conspiratória sobre o início da Guerra de Tróia que, vejam, faz algum sentido.
Foi originalmente publicado no Zine Off-topic, finado zine impresso e que trazia vários amigos que, hoje, escrevem profissionalmente por aí. Depois, levei para meu blog pessoal. Agora coloco aqui para vocês lerem.
Desaniversários
O Zine Vanilli fazia aniversário, e eu era colaboradora assídua.
Gosto deste texto, tem alguma coisa bonitinha e demi-literária nele.
Como update, segue o adendo: finalmente li Alice no país das maravilhas e Alice através do espelho – na edição comentada e fartamente ilustrada. E, claro, adorei.
Nerds mandam bem
Esse também saiu no finado zine e na Mood. Estávamos eu e a Renata conversando, numa lista de discussão, sobre as maravilhas de se envolver com nerds. De uma sentada só, escrevi o texto – que tomou proporções inimagináveis: há relatos de que o texto circulou em forma de spam; virou comunidade do Orkut (bem, grande coisa, TUDO vira comunidade no Orkut hoje em dia); dei várias entrevistas para matérias sobre nerds, recebi trocentos e-mails de nerds de todo o país elogiando o texto e comentando sobre ter alguém que valorize a classe. Virei uma espécie de ‘musa’ nerd – e tenho pavor disso, por um simples motivo: nerds mandam bem, mas se eu gosto do cara, não importa que seja escritor, dentista, professor, percussionista, produtor de cinema (e se não gosto, pode ser a reencarnação de Leonardo da Vinci que não tou nem aí).
De qualquer forma, abaixo você pode conferir o texto. E, ah, sim: musa nerd é ela. Não tenho nada com isso. Apenas espalhei a palavra.
Sob má influência
Este texto foi publicado na Mood e no meu finado zine, o Conga Conga Conga – e rendeu uma sólida amizade com os sujeitos-alvo da matéria; rendeu uma penca de programações visuais e fotografias; rendeu uma penca de abraços. Se esse texto não é lá dos melhores, posso dizer que serei eternamente grata a ele, assim, tosquinho mesmo. Leiam aí.